O cozido à portuguesa também foi inventado por Deus

Ainda na semana passada tentava explicar a minha cautela em expressar desejos e sentimentos que tenho, pressinto e calculo, usando o nome de Deus. Acreditanto eu que sou uma cristã e que sou habitada pelo Espírito Santo, quanto mais percorro este caminho de santificação e mais perto estou de Deus, mais sensível estou ao Seu trabalho. Portanto, e mesmo sentindo que muita coisa que sou levada a fazer, é o Espírito que faz e não eu apenas, não me aproprio com facilidade de frases como: “Deus disse-me isto” porque prefiro percorrer um caminho mais lento de confirmação por factores exteriores e gestos que me levam a concluir que esse é o caminho.

Contudo, mais tarde, há coisas em que já não hesito. Foi Deus quem fez, eu não fiz nada. Vejo isso, por exemplo, na possibilidade de termos mulheres reunidas a manhãs de dias de semana e a fazer coisas acontecer na Igreja. Este sábado éramos 20 (mais uns bebés e crianças) em oração e no domingo aconteceu um fantástico cozido à portuguesa, como consequência destes encontros.

Deus é bom e cuida de tudo.

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