Deus nunca se cansa.

Chesterton dizia que, tal como uma criança que gosta de uma brincadeira e não se cansa de pedir mais, com Deus não há monotonia. Se é certo que a seguir a uma noite cremos que vem uma manhã, nenhuma é igual a outra. Que era possível imaginar Deus a ordenar ao sol: “Brilha de novo”. Porque enquanto nós envelhecemos e nos cansamos na repetição de algumas coisas, Deus não envelhece. E, por isso, é fácil imaginar o gozo que tem na sua própria criatividade. “Vou fazer nascer mais um dia”. E o dia nasce, em todo o seu esplendor. A janela da minha cozinha comprova isso todas as manhãs.

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