Até que a morte nos separe

“… na saúde e na doença, 
na alegria e na tristeza, 
na riqueza e na pobreza,
até que a morte nos separe.” 
Quando disse os votos no dia do meu casamento, disse-os como quem acredita que o casamento é para a vida, que é uma aliança que se faz perante Deus e outras testemunhas, que é algo muito sério. Na minha cabeça, estaria fora de hipótese desfazê-lo com contrariedades, eu iria ficar.
Não sabia eu o poder que estas frases teriam quando se tornassem verdade. Quando a doença, ou a tristeza, ou a pobreza chegassem, eu não fazia ideia. 
Hoje tenho um vislumbre e sei que é por isso mesmo que se fazem os votos: porque é difícil. O que eu não sabia e hoje sei porque experimentei – é que seria a  dificuldade a transformar tudo isto algo de um plano muito maior. Que seriam as dificuldades a fortalecer, a dar visão, a permanecer. E afazer tudo mais significativo e bonito. Como esta paisagem em Dubrovnik, sítio que eu desconhecia poder ser tão bonito (desculpa, Croácia, a minha ignorância).

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