Vestir a comida

Aqui, as comidas e saladas vestem-se com molhos. Não é à toa que eles se chamam de “dressings”. Chegar à igreja para o meu primeiro almoço comunitário há dois meses com a minha salada pronta a temperar com azeite, sal e vinagre (e esperar que estes ingredientes existissem lá em stock, como temos na Lapa) foi um erro que não voltei a cometer. O azeite é um ingrediente que não se usa praticamente por aqui, e gostava de atribuir a culpa ao custo dele, 18€ por litro, mas não seria justa.
O paladar por estas terras está treinado para molhos diversos, e o azeite é quase uma coisa insípida, do que me apercebo dos comentários às minhas perguntas acerca de temperos. Acho que esta prateleira no pequeno Fairways demonstra a diversidade e dependência dos dressings na alimentação.
Lição aprendida, agora a minha salada vai sempre acompanhada de um frasquinho com azeite, sal, vinagre e oregãos. Mesmo que depois a veja a passar em pratos alheios temperada por cima com… dresssings!

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