Uma enorme, gigante, infinita gratidão

Aqui para nós, o meu maior medo de todos ao viajar para a América, era que algum de nós ficasse doente e precisássemos usar o seguro de saúde. Viajar sem um seguro não era opção, mas mesmo com uma cobertura grande que cobrisse as maiores dificuldades, recorrer a ele seria sempre incorrer em enormes despesas e enfrentar todo um mundo desconhecido.

Estão a ver os seguros portugueses em que uma ida à urgência custa no máximo 40€,uma consulta uns 15€ e análises por uma bagatela? Isso não existe por lá (muito menos Serviço Nacional de Saúde, claro). Mesmo com os melhores seguros, as franquias e preços de tabela nunca prevêem valores abaixo dos 250 dólares. No nosso caso, tivéssemos uma amigdalite ou uma apendicite, entrar numa urgência começaria sempre por um valor mínimo de 500 dólares. Além disto, mergulhar no universo hospitalar significaria sempre viver vulnerabilidades num contexto diferente, não seria fácil. Mas era um risco assumido a partir do momento em que decidimos viajar. Deus, na sua infinita misericórdia, poupou-nos e a gratidão que sentimos é muito grande, não tem explicação. Obrigada, Senhor!

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