Are women human?

“Talvez não seja de admirar que as mulheres fossem as primeiras no berço e as últimas na cruz. Elas nunca conheceram um homem como este Homem – nunca existiu outro. Um profeta e professor que nunca as importunou, nunca as bajulou, persuadiu ou foi condescendente; que nunca fez piadas maldosas sobre elas, nunca as tratou como ‘As mulheres, Deus nos ajude!’ ou ‘As senhoras, Deus as abençoe!’; que repreendeu sem murmuração e elogiou sem condescendência; que levava as suas perguntas e argumentos a sério; que nunca mapeou as suas esferas por elas, nunca as encorajou a serem femininas ou zombou delas por serem mulheres; que não tinha coisas a resolver e nenhuma dignidade masculina incómoda para defender; que as aceitou tal como eram e estava despreocupado com isso.
Não há acto, sermão ou parábola em todo o Evangelho que receba a sua pungência a partir da perversidade feminina; ninguém adivinharia, pelas palavras e actos de Jesus, que haveria algo ‘engraçado’ sobre a natureza da mulher.
Mas poderíamos facilmente deduzir isso dos seus contemporâneos, e dos seus profetas antes dele, e da sua igreja até então. As mulheres não são humanas; ninguém deve convencê-las de que são humanas; deixe que elas digam o que quiserem, não creremos, mesmo que alguém ressurja dos mortos.”

Dorothy L. Sayers in” Are women human?”