Estes novos domingos

Esta nova realidade em que temos de reconfigurar a comunhão. Não sabemos quando voltaremos a ter domingos cheios e intensos, mas também sei que na realidade da intensidade dos antigos domingos, me recordo do sentimento de sufoco de não conseguir chegar a todos. Talvez a Covid nos ensine que somos mesmo limitados, que não podemos ir a todo o lado, acolher a todas as necessidades e que precisamos, cada vez mais, aceitar isso. Estes novos domingos continuam a ser intensos na sua responsabilidade (em especial para o Tiago, que tem três serviços de culto) mas estão despidos de vozes, barulho, gargalhadas e – muitas vezes – lágrimas entre portas. Vamos tendo, na medida do que podemos e a lei nos permite, algo disso.