Do the next thing

Há uma frase popularizada por Elisabeth Elliot, de um poema antigo, “Do the next thing” – “Faz o que se segue”.

Esta frase vem-me à mente diversas vezes, sempre que me encontro assoberbada com tudo o que sei que preciso fazer e não parece estar a andar ao ritmo que entendo que deveria.
Então, concentro-me a curto prazo no que precisa acontecer. Penso para comigo: “Ok, até esta hora termino este trabalho, aquela hora sigo para o seguinte”, foco-me no instante, libertando-me das angústias do que está por acontecer e que me atrapalham de fazer o presente bem feito.

A semana começou e, olhando para o calendário, já sei que não terá grandes contemplações. Estamos em confinamento e temos muito que fazer, sem grande hipótese de aliviar com encontros, saídas e diversão.
Então, não vou pensar na quarta ou na quinta-feira e em tudo o que vai precisar de ser feito.
Por hoje, penso que a escola já terminou e ainda tenho duas reuniões . Faço a próxima coisa, e dedico-me a ela como posso. Qual o pior que pode acontecer? – penso. É não conseguir concretizar isto no imediato? Ok. E é assim tão grave? Talvez sim, talvez não. Depende muito da perspectiva.

Sim, vou fazer a coisa seguinte como posso. A noite virá e, com ela, o descanso físico e o descanso em Deus. Ele não dorme, ele toma conta de tudo e ele designa tempo, capacidades e energia para o que ele deseja que eu faça e é realmente importante. O resto? Logo se vê. Façamos a coisa seguinte.