A ceia do Senhor

“DEUS DE TODO O BEM,

Eu te bendigo pelos meios de graça;
ensina-me a ver neles os teus propósitos amorosos
e a alegria e força da minha alma.
Tu preparaste para mim um banquete;
e embora eu seja indigno de me sentar como convidado,
Eu descanso totalmente nos méritos de Jesus,
e me escondo debaixo da sua justiça;
Quando ouço o seu terno convite e vejo a sua maravilhosa graça,
Não posso hesitar, mas devo ir a ti com amor.
Pelo teu Espírito aviva a minha fé justamente para discernir
e espiritualmente para me apegar ao Salvador.
Enquanto eu olho para os emblemas da morte do meu Salvador,
que eu possa meditar no porquê de ter morrido, e ouvi-lo dizer,
“Eu dei a minha vida para comprar a tua,
apresentei-me como oferta para expiar o teu pecado,
derramei o meu sangue para apagar a tua culpa,
abri o meu lado para te deixar limpo,
suportei as tuas maldições para libertar-te,
suportei a tua condenação para satisfazer a justiça divina.
Que eu possa entender correctamente a largura e o comprimento
deste plano,
que me aproxime, obedeça, estenda a mão, tome o pão, receba o vinho, coma e beba, testemunhe diante de todos os homens
que o faço por minha vontade, com prazer, com fé,
reverência e amor, recebo o meu Senhor,
para ser a minha vida, força, alimento,
alegria, deleite.
Na ceia lembro-me do seu amor eterno,
graça sem limites, compaixão infinita,
agonia, cruz, redenção,
e recebo a garantia de perdão, adopção, vida, glória.
À medida que os elementos nutrem o meu corpo,
assim possa o teu Espírito revigorar a minha alma,
até aquele dia em que nunca mais terei fome ou sede,
e me sente com Jesus no seu banquete celestial.”

” The Lord’s Supper” in “The Valley of Vision” – tradução livre